Quando se fala em encontrar soluções para o problema das mudanças climáticas globais, deve-se ter em mente duas questões diferentes, ainda que interligadas. A primeira diz respeito a uma mudança imediata nas atividades humanas que causam emissão de gases do efeito estufa. Um conceito-chave para isso é a chamada mitigação, ou seja, iniciativas que levam a uma redução efetiva de emissões.

A outra linha de ação diz respeito às soluções necessárias para se conviver com os efeitos que as mudanças no clima começam a causar e aqueles que ainda estão por vir, provavelmente de maneira mais intensa. Nesse caso, falamos no conceito da adaptação. Ou seja, as iniciativas necessárias para que a humanidade e o meio ambiente possam se adequar às novas condições climáticas globais.

Costurando esses dois temas, existe um terceiro conceito fundamental para o entendimento e a concretização das iniciativas de mitigação e adaptação, que é a sustentabilidade. Isto é, mudar as formas de produção e interação do ser humano com o meio significa basicamente que essas atividades sejam desenvolvidos de maneira mais sustentável, reduzindo ao máximo os impactos que causam sobre o ambiente, principalmente no que diz respeito ao clima. De maneira similar, adaptar-se aos efeitos das mudanças climáticas significa levar em consideração de modo muito mais abrangente do que é feio hoje os limites que a natureza impõe às atividades antrópicas.

Confira no menu à direita as diretrizes que compõem cada um desses conceitos.